domingo, 19 de fevereiro de 2017

Foi para restauro a Imagem de Santa Helena



Se subir à Serra, espreitar pela janela da capela e não vir a imagem de Santa Helena, não se aflija. A imagem foi para restauro.
A bela e valorosa imagem há muito carecia de obras de restauro. Mas as obras do Centro Paroquial foram absorvendo todas as verbas. Logo que foi possível, olhámos para a imagem daquela que de todos é muito querida: Santa Helena.
O restauro não fica barato, mas Santa Helena merece todo o esforço. Também a imagem da Senhora das Dores receberá pequenos restauros.
Querendo Deus, os trabalhos estarão concluídos antes da novena.
Que Santa Helena e a Mãe das Dores roguem a Deus por todos nós!

Encontro de catequistas no Centro Paroquial

Na tarde deste dia, 20 de fevereiro, os catequistas encontraram-se no Centro Paroquial. Após uma refeição fraterna que os catequistas custearam e cozinharam, teve lugar uma reunião, viva e participada.
Assunto principal da reunião? As propostas apresentadas pelos pais no encontro de pais que se realizou precisamente há 8 dias.
A equipa responsável pelo encontro de pais(dr.as Judite, Lurdes e Almerinda) apresentou ao grupo de catequistas um resumo das propostas dos pais, tendo cada catequista recebido uma fotocópia das referidas conclusões. Pode ver aqui.
Após análise da súmula apresentada, os catequistas concluíram:
- Foi muito importante o contributo dos pais que merecem sempre toda a atenção.
- Ha propostas exequíveis, outras de mais difícil execução. Umas que podem ser já executadas, outras só o poderão ser a médio prazo.
- Há propostas que dependem do grupo de catequistas, outras que dependem dos pais, ainda outras que dependem dos catequizandos, algumas que dependem da conjugação de esforços de todos.
- Assim os pais poderão desde já usar o espaço de estacionamento do Centro Paroquial quando, aos sábados de catequese, forem levar e buscar os filhos.
- Um dos grupos de catequese pensa já este ano passar um fim-de-semana em Santa Helena que terminará com uma pequena sessão para os pais.
- Foi dada total liberdade aos catequistas para convidar os pais para  participar nas sessões de catequese. Igualmente quando os pais o quiserem fazer poderão comunicar ao catequista.
- Ações de formação para os pais, em concomitância com a catequese dos filhos, terão lugar a partir do próximo ano.
- Os catequistas pedem aos pais mais participação nas atividades da catequese e nas festas da catequese. Quanto mais ativa e empenhada for a participação dos pais, mais motivados se sentem os seus filhos.
- Valem muito pouco as festas da catequese sem uma catequese séria, empenhada, assídua dos catequizandos. Por isso o maior prémio que os catequizandos podem ter é a assiduidade à catequese, o empenho e participação.
- A catequese é acolhimento humano, é misericórdia, é insistência e persistência.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

19 Fevereiro 2017 - 7º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Leituras: aqui

I. Degrau a degrau, o sermão da montanha põe-nos muito alta a fasquia do amor! E não se trata de uma medida alta para campeões, super-homens, extraterrestres ou heróis da banda desenhada! A santidade é a “medida alta da vida cristã comum(NMI 31). E, por isso, Jesus não deixa de a propor a todos os Seus discípulos. A montanha que somos desafiados a escalar, faz-se subindo, degrau a degrau, o caminho da perfeição, que é afinal o caminho do amor.  

II. Vou recordar-vos cinco degraus nesta escalada. Cada um examine-se, vendo bem a que distância se encontra do ideal cristão, do topo desta montanha.  

Primeiro degrau: vingar o mal com um mal ainda maior. Nas primeiras páginas da Bíblia, encontramos vestígios da «lei da vingança», quando se diz: «Caim é vingado sete vezes, mas Lamec setenta vezes sete» (Gn 4,24). Aqui respira-se uma vingança irracional, um ódio descontrolado! Há restos disto naquela triste ameaça: «A vingança vai ser terrível»! Oh, quanto caminho há ainda por fazer, para chegar à não violência ativa, como forma de alcançar a paz!

 Segundo degrau: pagar o mal com o mal. No livro do Êxodo encontramos a famosa «lei de talião»: “olho por olho, dente por dente(Ex 21,24). Isto ainda nos parece qualquer coisa de muito bárbaro, mas, à época, era já um grande avanço: o agressor receberia apenas uma sanção igual àquela que provocara na vítima! Aqui há já um limite para a vingança, mas esta não desarma: «Cá me fazes, cá me pagas»! Oh, quão distantes estamos ainda de oferecer a outra face ao agressor!

Terceiro degrau: não fazer ao outro o mal que não se deseja para si mesmo. No livro de Tobias, encontramos esta “regra de ouro”: “Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti(Tb 4,15). Aqui a sentença é mais elevada, mas não vai longe: basta ficar quieto, não agir nem reagir…Estamos ainda a léguas daquele amor ativo, capaz de querer bem e de fazer o bem a quem nos faz mal!

Quarto degrau: fazer ao outro o bem que se deseja para si. Nos Evangelhos, a regra de ouro aparece-nos, formulada pela positiva. «Faz aos outros, o que queres que te façam a ti» (Mt 7,12; Lc 6,31). Só que, neste 4.º degrau, como no anterior, há ainda um vício de raiz: a referência e a medida do amor parece que sou eu! Ora é preciso romper este circuito fechado do amor, para que a medida seja maior.

E eis que vem o degrau mais alto: o mandamento novo: «Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei» (Jo 13,34). Aqui a medida já não sou eu. Aqui a medida é Jesus, o Jesus da Cruz. Aqui o amor é incondicional, sem retorno, até ao fim! Aqui o amor é responder à violência com a ternura, rompendo o ciclo da vingança. Aqui o amor é responder à soberba, com o excesso do dom, desatando o nó cego do egoísmo. Aqui a regra é esta: todo o “desamor com amor se paga e apaga”.

III. E perguntareis, no fim de tudo isto: é-nos possível chegar ao topo da montanha e alcançar o TOP deste amor aos inimigos? Jesus deixa-nos uma dica importante, quando diz: «Orai pelos que vos perseguem». Sem oração, não vamos lá. A oração é a única arma que nos desarma, porque a oração transforma os nossos sentimentos e até a vontade, à imagem de Deus Pai, “que faz nascer o sol sobre bons e maus”, à imagem do Filho, que respondeu à violência da Cruz com a oferta da vida, e à imagem do Espírito Santo, que é amor sem medida. Pela oração, alcançamos uma nova visão, que nos faz ver Deus como Pai e o outro como irmão. 

IV. Vê bem em que degrau te encontras. Vai subindo, um de cada vez, de mãos dadas à Cruz do Senhor. Não fiques caído no vão da escada! Prossegue a escalada do amor! E reza: “Dá-me, Senhor, o que mandas e então manda o que quiseres” (Santo Agostinho, Confissões X, 29,40)!
Amaro Gonçalo


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Em torno da visita do Papa Francisco a Fátima


 

Foto de Santuário de Fátima.
O Papa Francisco estará, como é do conhecimento público, na Cova da Iria de 12 a 13 de maio de 2017, na sua primeira visita ao santuário português, em peregrinação, como anunciou o Vaticano passado mês de dezembro. A nota enviada, a 16 de dezembro, à agência Ecclesia pela Nunciatura Apostólica (representação diplomática da Santa Sé) em Portugal referia:

“Por ocasião do Centenário das Aparições da Bem-Aventura Virgem Maria na Cova da Iria, e acolhendo o convite do presidente da República e dos bispos portugueses, Sua Santidade o Papa Francisco irá em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima de 12 a 13 de maio de 2017”.

Comentando esta informação, o Padre Manuel Barbosa, secretário-geral e porta-voz da CEP (Conferencia Episcopal Portuguesa) declarava que a presença do Papa nas celebrações centenárias de 12 e 13 de maio “é uma alegria, uma interpelação e uma bênção”, explicitando:

“Uma alegria, tão acentuada pelo Papa Francisco na sua forma de viver e no seu magistério pastoral, que brota do Evangelho e está bem presente na mensagem de Fátima; uma interpelação, porque o Papa Francisco nos tem dito de forma clara, e virá com certeza reafirmar-nos com a sua tão simples mas significativa presença, que somos Igreja missionária, à maneira de Maria qual primeira discípula missionária e evangelizadora”.

Por seu turno, a 15 de dezembro pp., o Conselho de Ministros aprovou “um conjunto de medidas excecionais e transitórias que permitirão à administração central e ao Município de Ourém proceder à contratação de bens e serviços no âmbito da visita do Papa a Fátima”.

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Hoje, dia 10 de fevereiro, o Padre Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima, que assume a função de coordenador geral da visita do Papa, apresentou, em conferência de imprensa, alguns detalhes do evento, como o lema, a imagem gráfica e os demais coordenadores da visita.

O lema da visita é “Com Maria, peregrino na esperança e na Paz”, tendo-o o Padre Cabecinhas justificado nos termos seguintes:

“O Papa virá em peregrinação ao Santuário de Fátima, para rezar com os peregrinos que o acompanham aqui e pelos meios de comunicação social. É por vontade expressa do Papa que assim acontece. O Papa vem para rezar em Fátima, com os portugueses, neste santuário que é o coração espiritual de Portugal, como disse o Papa Bento XVI.”.

O sacerdote referiu que a visita papal “pretende ser ação de graças para o dom que é Fátima para a Igreja e para o mundo, no centenário” e permitirá fazer “ouvir a voz profética do Papa, sendo que “a expectativa é de que sejam muitos a vir a Fátima para o ver e rezar com ele”.

Segundo o também coordenador geral da visita papal, os preparativos, em conjunto com o Estado Português e as demais entidades envolvidas, estão a decorrer “em bom ritmo”. O mesmo assegurou que a escolha do tema da Paz para o lema permite unir o pontificado de Francisco à Mensagem de Fátima, pois “a Paz liga-nos ao Papa, ao seu pontificado e também à Mensagem de Fátima, daí esta conjugação”.

Na memória descritiva do cartaz oficial da visita, Francisco Providência, designer autor do logótipo, revela que pretendia “que o coração (em vez da cruz) pudesse caraterizar mais o amor misericordioso do Pai do que o sofrimento redentor do Filho”, pelo que o terço surge envolvido numa forma de coração, que também se liga ao Coração Imaculado de Maria.

Acentua que a visita do Papa foi caraterizada com a ideia do Coração Imaculado de Maria, através dum desenho de coração, que se pudesse vincular mais “ao vazio recetor de Maria, do que à inflamação passional que muitas vezes simboliza, propondo, por isso, a construção geométrica da figura em dupla elipse simétrica e convergente”. E esclarece:

“A intenção projetual foi a de traduzir, pela comunicação gráfica, um Papa mensageiro da misericórdia e da paz, tão simples e acessível como o Santo que lhe deu nome, mas associando a sua visita ao Santuário Mariano de Fátima, recorrendo para isso aos seus sinais mais universais – coração e rosário”.

Sobre os peregrinos, o reitor do Santuário afirma que “não sabe” quantos estarão, mas garante que todos serão bem acolhidos, dado que “haverá lugar para todos, para participar de algum modo na celebração, mesmo que não estejam no recinto”. Para o efeito, o recinto vai ser equipado com ecrãs gigantes em várias localizações, nos espaços anexos ao Santuário.

Sobre a especulação havida com o alojamento em Fátima, com quartos a serem alugados por milhares de euros, o Padre Cabecinhas apontou a existência de “especulação excessiva” e demonstrou preocupação com o facto. A este respeito, evidenciou a postura do Santuário:

“Preocupa-nos a especulação à volta dos alojamentos com a vinda do Papa. Não é praticada de forma geral, mas há uma ou outra situação de especulação excessiva. O santuário optou por, nas suas casas de acolhimento, que são limitadas, não fazer qualquer atualização de preço. Mais do que isso não me parece que possamos fazer.”.

Segundo o reitor do Santuário, a peregrinação aniversária internacional seguirá o horário habitual das grandes celebrações que decorrem de maio a outubro. No âmbito da preparação da visita papal, a CEP designou o Padre Vítor Coutinho, vice-reitor da instituição, como coordenador da Comissão de Acompanhamento dos Media e o Padre Joaquim Ganhão, da Diocese de Santarém, como coordenador da Comissão de Liturgia. Este sacerdote, atual diretor do Museu Diocesano de Santarém e do Secretariado de Liturgia desta diocese, é representante da CEP no Conselho Pastoral do Santuário de Fátima.

***

Como ficou entredito acima, o Santuário de Fátima apresentou também hoje a imagem gráfica e a identidade visual da visita de Francisco, a 12 e 13 de maio, que estará disponível em vários suportes e no cartaz oficial do evento. Assim, a imagem acompanhará toda a comunicação da visita do Papa, seja no site, que brevemente será colocado on line, seja nas redes sociais.

Em declarações aos jornalistas, o reitor do Santuário de Fátima, coordenador geral da visita papal, frisou que a nova imagem gráfica pretende retratar o “estilo de simplicidade e clareza” caraterizador do Papa Francisco. A imagem é, como ficou dito, da autoria do designer Francisco Providência e apresenta o desenho dum coração, em contas do rosário rematadas por uma cruz, e com inscrição no interior “Papa Francisco – Fátima 2017” comportando ainda o lema da visita “Com Maria, Peregrino na Esperança e na Paz” e o logótipo das comemorações do centenário das aparições. A esta nova imagem gráfica surge associada, no cartaz, uma fotografia do Papa Francisco com um sorriso rasgado,  a acenar com a mão esquerda. O designer explica:

“Procurámos valorizar a proximidade física e simpática do Papa, que, a sorrir, acena com a mão num gesto de saudação e bênção”.

***

Apesar de o Reitor não saber quantas pessoas estarão em Fátima a 12 e 13 de maio, o balanço de 2016 faz antever muitas peregrinações em Ano Jubilar do Centenário das Aparições.


Com efeito, no encontro anual de hoteleiros, promovido pelo Santuário de Fátima, foram apresentadas as estatísticas referentes ao ano de 2016, que levam a antever um Ano Jubilar cheio de peregrinos. Um dos objetivos do encontro é dar a conhecer o programa e a vida do Santuário de Fátima. Nele participaram vários agentes económicos de Fátima e autarcas. 

Dom António Marto, bispo da diocese de Leiria-Fátima, no encerramento deste encontro, a que presidiu, evocou a solenidade do 100.º aniversário das aparições como uma “data marcante que merece ser evocada”, visto que as aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos foram “um fator de renascimento espiritual”.

Reiterando que “Fátima é uma bênção”, que foi, é e será uma bênção, para Portugal e para a Igreja, sustenta que “ é de salientar a vinda de Sua Santidade, o Papa Francisco, um peregrino entre peregrinos”, pois na história de Fátima o Sumo Pontífice é “figura particular”.

E contra a especulação, o prelado apelou à “honestidade” nos preços praticados durante a visita do Papa, frisando “Cuidemos de ser acolhedores” e esperando que a celebração do centenário seja “marcante, quer para os peregrinos que aqui vêm e esperam um bom acolhimento, quer para aqueles que estão aqui com a tarefa e missão de os acolher”. E recomendou:

“Que haja peso e medida em tudo e neste aspeto. Senão, damos uma má imagem de nós mesmos”.

Por sua vez, o reitor do Santuário de Fátima, durante o encontro, desafiou os 85 hoteleiros e as 11 entidades presentes à “vivência de Fátima”.

Sobre o aumento de peregrinos, o Padre Cabecinhas diz que acarreta “responsabilidades, pois, como acolhedores, os operadores devem “proporcionar uma experiência intensa e feliz”.

Comparando dados de janeiro de 2016 e 2017, o aumento é notório: houve, por exemplo, mais 24 grupos estrangeiros (40 em 2016 e 64 em 2017), o que dá mais 7347 peregrinos estrangeiros em peregrinações organizadas. O Santuário registou em todas as suas celebrações (oficiais e particulares) de 2016 um total de 5,3 milhões de pessoas, na sua maioria portugueses, que continuam a vir ao Santuário individualmente. Destes, só 693 mil o fazem inseridos em peregrinação organizada e registada no Serviço de Peregrinos do Santuário de Fátima. No entanto, o número de peregrinos que rumou ao Santuário em 2016 integrado em peregrinações aumentou, tal como o número de peregrinações. Registaram-se mais 6 peregrinações e com mais 106 mil peregrinos comparativamente com 2015. É de referir que estes números incluem a visita aos espaços museológicos do Santuário, sobretudo a exposição temporária no Convivium de Santo Agostinho, no piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, que regista adesão significativa dos peregrinos, tal como as Casas dos Pastorinhos e num total de quase um milhão de pessoas (996 mil). Estas visitas mostram o gosto pela cultura e pela história do Santuário e seus protagonistas – gosto que se traduz na busca dos peregrinos bem como dos investigadores e dos jornalistas. Assim, em 2016, foram acreditados pela Sala de Imprensa 400 profissionais de comunicação e o Serviço de Estudos e Difusão apoiou 157 investigadores ou projetos de investigação. São números que traduzem o interesse que Fátima desperta mercê do alargamento da oferta cultural e formativa através dos cursos sobre a mensagem de Fátima, que já vão na 12.ª edição, e através dum curso de verão para jovens investigadores em ciências sociais ou mesmo do curso livre que decorre na UCP, em Lisboa, sobre o acontecimento de Fátima.

***

Também o Cardeal Patriarca de Lisboa se referiu ao figurino da visita papal, que não inclui Lisboa. Francisco disse, no dia 20 de novembro pp., a Dom Manuel Clemente que deseja vir “só a Fátima” em maio de 2017: “Eu quero ir a Fátima, só a Fátima, ver a Senhora”.

Segundo o Cardeal, “o Papa gosta de Portugal como gosta de todos os povos do mundo, mas ele quer é ir a Fátima, só a Fátima”. E porfiou: “Se o Papa não vier a Lisboa, vai Lisboa a Fátima”.

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Que a visita do Papa reforce os créditos proféticos da Igreja em Portugal e torne a nossa sociedade mais tolerante, mais próxima e mais justa e fraterna. Prosit!

2017.02.10 – Louro de Carvalho

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

QUERES SER ESCUTEIRO(A)?

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
Criança,
Adolescente,
Jovem,
QURES SER ESCUTEIRO(A)?
Inscreve-te na sacristia da Igreja de Tarouca até ao fim de março!
Fala com os teus pais e avança com a inscrição!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O Dia dos Namorados, ou dia de São Valentim, celebra-se a 14 de fevereiro

Foto de João António Pinheiro Teixeira.
 São Valentim - Valentim tanto podem ter sido dois, um ou nenhum!
Veja aqui



Quando se abre o google e se procura por "Dia dos Namorados", aparece um autêntico encharcamento comercial. Prendas, prendas, prendas... Gastar, gastar, gastar.
Parece que a única saída honrosa para esta efeméride é despejar carteiras.
Que tem a sociedade a dizer aos namorados? Parece que só isto: gastemmmmmmmm.
A exploração comercial do que de mais nobre e belo existe no homem e na mulher é abocanhante. Como se o amor estivesse à mão de uma prenda.
O amor que o dinheiro traz vai-se com o dinheiro.
Quem ousa propor aos namorados para este dia:
- um retiro?
- um momento de oração?
- um encontro de reflexão?
- espaço e tempo para os dois se encontrarem, falarem olhos nos olhos?
- um dia para surpresas que não sejam gastar dinheiro e que façam o outro feliz?
- um encontro de casais de namorados para partilhar vivências, dificuldades, ideais  e caminhos?

domingo, 12 de fevereiro de 2017

ENCONTRO DE PAIS - Impressões

No Plano Pastoral constava este Encontro de Pais que teve lugar na tarde de 12 de janeiro no Centro Paroquial.
Do Conselho Pastoral Paroquial havia saído uma equipa responsável pela preparação do Encontro: Dr.as Judite, Lurdes e Almerinda. Trabalharam muito em equipa e preocuparam-se com os vários pormenores. O pároco foi acompanhando o trabalho e deu a sua opinião quanto a dinâmicas da reunião. O tema vinha do Conselho Pastoral e está estampado no cartaz acima.
Saliente-se a presença de elementos do Grupo de Jovens e do Coral que animaram a sessão no início e no fim.
Na 1ª parte, com auxílio do projector, foram lidas e comentadas algumas passagens bíblicas particularmente relacionadas com a família. Igualmente foram citados textos do Papa Francisco referentes à família, ao amor humano e à Igreja como comunidade em missão. Frise-se a presença de catequizandos nas leituras.
Na 2ª parte, os presentes trabalharam em grupos. Enquanto alguns destes debateram propostas para melhorar a catequese das crianças e jovens, outros debateram propostas para a realização da catequese de adultos.
Finalmente realizou-se o plenário onde o secretário de cada grupo levou ao micro as conclusões do seu grupo. Alguns secretários fizeram questão de chamar todo o grupo para a frente no momento de apresentar as conclusões...
Sem pretensões de exatidão nem de ordem sequencial, enumero algumas das propostas dos grupos:
- Participação dos pais nas sessões de  catequese dos filhos. Também aprendiam, ajudavam a manter a disciplina, mostravam assim a importância da catequese aos filhos, estavam dentro das dinâmicas catequéticas. A Presença dos pais nas sessões de catequese teve variações de grupo para grupo, desde semanal, mensal, trimestral...
- Participação dos pais na Eucaristia com os filhos. Participação mesmo! Nas leituras, nos cânticos, no peditório, etc. Além de desenvolverem a sua vocação batismal, o exemplo é tudo para os filhos.
- Envolver mais os catequizandos nas Eucaristias, também nas de domingo.
- Tornar as Eucaristias mais alegres, mais dinâmicas, mais participadas.
- A catequese não se esgota num espaço sala de catequese. Deve abrir-se a outras dinâmicas, ser assim mais motivadora, dispondo-se à participação dos pais. A este respeito, falou-se de passeios, fins-de-semana em Santa Helena por grupos que terminaram com alguma espécie de representação para os pais (música, teatro, etc), Visitas aos doentes e idosos, pobres e solitários, desenvolvendo o espírito de caridade cristã, de solidariedade, de abertura ao mundo.
- A questão das faltas dos catequizandos à catequese não se resolve com o rigorismo das normas, mas com motivação, acolhimento, desafios...
- Que a catequese vá enviando para os pais textos, frases e desafios a que os pais deveriam igualmente responder. Que os catequizandos sejam desafiados a alguma tarefa de casa onde reflitam a vida de hoje à luz da fé (redações, poemas, tec).
- Sessões de formação para os pais onde, além do debate e esclarecimento de temas atinentes à vida familiar, se abram a temáticas específicas de que se fala mas que eles não dominam, como por exemplo, aprender a manusear a Bíblia e como lê-la.
- A questão de sessões de catequese para os pais enquanto estes esperam que termine a catequese dos filhos foi igualmente levantada.
- Falou-se muito da centralidade da Bíblia e da Eucaristia na vida das famílias.
- Abordou-se a hora da catequese e da Missa aos sábados, mas notou-se claramente a ausência de consensos neste aspeto.
- Alguns grupos chamaram a atenção para os catequizandos que nunca faltam e depois se confrontam com colegas que faltam imenso e fazem igualmente as festas da catequese, sentindo-se injustiçados.  Aqui, como no resto, a principal tarefa cabe aos pais. Não têm grande interesse as festas da catequese se não houve catequese!|  Sem catequese é como um cego que vai a um museu... não vê nada. A catequese é a luz. Mais importante do que as festas é sempre a catequese.
- A catequese de sábado é como um jogo de futebol: tem duas partes. Nenhum equipa ganha um jogo se só jogar uma parte. As duas partes da catequese são a catequese com o catequista e a Eucaristia!!!
 - Os grupos, de uma forma e de outra, mostraram a sua gratidão para com os catequistas e o seu trabalho voluntário.
- Uma preocupação: a fuga da Igreja por parte dos jovens que fizeram o Crisma. Disse-se que também aqui a postura da família é fundamental.
- O grupo de catequistas presente e o coral fizeram um apelo à participação dos pais nas sessões de catequese e no grupo coral, manifestando toda a abertura e acolhimento nesse sentido.
Foi muito bom. Parabéns aos pais presentes pela participação e pelas propostas. Foram fantásticos! O à-vontade revelado pelos secretários dos grupos foi cativante.
Parabéns ao grupo responsável por esta ação. Estiveram à altura e mostraram a sua alegria no fim do encontro. E só têm razões para isso. A este grupo um obrigado cá do fundo!
Parabéns às pessoas que colaboraram manuseando as novas tecnologias, aos jovens, coral, catequizandos e catequistas. Como sempre, um miminho!

Permitam-me apenas um reparo:
Em muita gente, há tentação de fazer da Eucaristia uma representação, um teatro, uma baile. Não vão por aí! Numa sociedade em constante rebuliço, incapaz de serenar para interiorizar, meditar encontrar-se, a Igreja não pode alinhar em mais poluição.
Aliás as tentativas de encharcar os sentidos com a ideia de festa à maneira do mundo, não colheu. Onde se fez, se a princípio as pessoas aderiram e até diziam "assim, sim! Vale a pena!", depressa se cansaram pois observaram que, se é pelo espetáculo, o mundo fá-lo muito melhor.
A Eucaristia, a oração precisam de serenidade alegre, pois a Missa não é nenhum velório. Mas transformar a Missa num espectáculo, além do ridículo, deixa as pessoas vazias de Deus.
O Pároco

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

12 Fevereiro 2017 - 6º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Leituras: aqui
«Ouvistes o que foi dito aos antigos…
Eu, porém, digo-vos…»!
Mt 5,17-37


1. «Sim, sim; não, não»! Do princípio ao fim, é assim a linguagem do Sermão da Montanha! É de bem difícil digestão, mas a verdade é que não há aqui réstia de confusão. O que foi dito, pela Lei, aos antigos, permanece válido. E Jesus não retira uma vírgula. Para Jesus os mandamentos não têm prazo de validade! Mas também acrescenta, que não basta cumprir exteriormente o mínimo da Lei. Quem O segue levará a lei do amor, ao seu próprio coração, e vivê-la-á, até às suas últimas consequências. E, pela parte que nos coube hoje ouvir, teremos, pois, todos muito a crescer, até alcançar “esta medida alta da vida cristã comum” (NMI 31).
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2. Como habitualmente, fixemo-nos, apenas, em três exigências máximas do amor.
2.1. Primeiro, Jesus leva às últimas consequências o 5.º mandamento da antiga Lei: «Não matarás». Talvez aqui ficássemos um pouco de consciência tranquila, por nunca termos cometido um aborto, um homicídio ou alguma tentativa de suicídio. Ora, Jesus vai bem mais longe: «Não matar» não é apenas não praticar o homicídio ou não atentar o suicídio. Quem odeia o seu irmão é um homicida (1 Jo 3,15): também a ira e a raiva, a indiferença ou o desprezo pelo outro, a maledicência e a difamação, o mexerico e a calúnia, são armas de destruição maciça, que matam verdadeiramente. E hoje, Jesus diria: também a eutanásia, isto é, “qualquer gesto ou omissão, que, por sua natureza e nas intenções, provoca a morte, com o objetivo de eliminar o sofrimento” (EV 65) é uma falsa compaixão e atenta contra o direito à vida, que nunca perde, em caso algum, a sua dignidade. “Não matar” não nos exige apenas depor as armas da violência, mas implica entrar na luta pelo cuidado e pela defesa da vida e da sua dignidade, que permanece inalterável, desde a sua conceção inicial ao seu ocaso natural. Não lutemos por uma morte assistida, mas por uma vida assistida até à morte. Sempre pela vida, até à morte. Mas nunca pela morte, antes da vida.
2.2. Segundo, Jesus leva às últimas consequências os 6.º, 9.º e 10.º mandamentos da antiga Lei, que preservavam a verdade do amor. E aqui, Jesus vai à raiz do pecado. Ele sabe que todo o mal lança raízes no coração; entra pela cobiça dos olhos e cola-se facilmente nas mãos. Por isso, Jesus diz um violento «corta!»… a imagens e cliques, que desviam o coração e as mãos, de uma saída limpa. Para chegar onde Jesus nos quer levar, na linguagem do amor, já não basta a virtude da castidade; é preciso respeitar a verdade da própria natureza humana do corpo, da sexualidade e do amor…Sempre o amor. Mas nunca o amor sem verdade.
2.3. Por último, Jesus toma o 8.º mandamento da antiga Lei, para não conceder qualquer espaço à mentira, nem mesmo à “mentirinha piedosa”! Ele exige-nos plena lealdade na nossa linguagem: “sim, sim; não, não”. Não há aqui lugar para o “nim”, para a ambiguidade do “assim-assim”. Jesus não entra na conversa fiada de quem disfarça a mentira com a suposta “inverdade”, ou de quem dá cobertura à “aparência” ou ao “boato”, com a treta da “pós-verdade” ou dos “factos alternativos”. Quanta atualidade tem este mandamento da verdade, quando a palavra dada deixou de ser um testamento, e quando as promessas se tornaram apenas iscos e riscos de ilusão e captura. Sempre a verdade. Mas nunca a verdade sem amor.

3. Queridos irmãos e irmãs: o Sermão da Montanha continua para a semana… Mas antes de continuar a escalada façamo-nos três perguntas simples: 1. Estou a matar alguém aos poucos, com a minha indiferença, o meu desprezo, a minha má-língua, o meu mexerico venenoso? 2. Estou a desviar o olhar do meu coração, deixando-o contaminar pelo desejo de posse do outro ou pela cobiça do bem alheio? 3. Estou a trocar a palavra dada pela conveniência, e a verdade pela aparência?
Comecemos por aqui, pelo mais básico e fundamental dos mandamentos, para chegarmos ao TOP da lei: àquela lei do amor, que não tem mãos a medir!
Amaro Gonçalo

Extinguir Paróquias?

. Critério  que se usou para fechar escolas: as que têm menos de 20 alunos são consideradas inviáveis.
. Fala-se que assembleias dominicais com menos de 30 pessoas vão ser extintas em algumas zonas.
. Paróquias sem crianças e jovens ou com muito poucos são realidade no interior do país.
. Catequeses paroquiais com menos de meia dúzia de crianças de todos os anos de catequese. Quem sai prejudicado?
. Paróquias que, pela força do hábito, pela ausência de novas gerações que as renovem, pelo indiferentismo religioso grassante,  não são verdadeiras comunidades paroquiais.
. A falta de padres nalgumas zonas do país é enorme. Como podem atender bem as  pequenas  paróquias que exigem tudo?


Extinguir paróquias?
Reformular a pastoral? Como?
Caminhar pela via das unidades pastorais?
Como conciliar tudo isto com as pequenas paróquias afastadas junto das quais quase só a Igreja vai?
Mas que a Igreja tem de pensar e de pensar-se lá isso tem.


Acompanhe esta reflexão AQUI . Veja as diferentes suscetibilidades. Descubra os vários ângulos da questão. Preste muita atenção aos comentários ao post, muito interessantes. Exponha o seu ponto de vista.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

11 de fevereiro: Dia Mundial do Doente

Visite um doente pela sua saúde!
A mensagem do Papa para o 25.ª Dia Mundial do Doente, que vai ser assinalado a 11 de fevereiro de 2017, tem como tema “O Senhor fez por mim maravilhas”, retirado do Evangelho de São Lucas (Lc. 1, 49), do cântico do ‘Magnificat’, proclamado por Nossa Senhora em louvor de Deus.
Dia Mundial do Doente, acontece a 11 de fevereiro de 2017, na comemoração de Nossa Senhora de Lourdes.
Na Mensagem, o Papa  destaca a “dignidade inalienável” de todas as pessoas, independentemente da sua condição, doença ou deficiência.
“Cada pessoa é, e continua sempre a ser, um ser humano e tem de ser tratada como tal”, frisa Francisco.
O Papa salienta depois a “missão fundamental” da Igreja Católica, em “servir os mais pobres, os enfermos, os que sofrem, os excluídos e marginalizados”, e recorda todos quantos vivem o seu quotidiano junto dos doentes, desde as “famílias” aos que, com “diferentes papéis”, zelam pelo bem-estar dos mais debilitados.
Homens e mulheres que “ao serviço de instituições de saúde espalhadas pelo mundo, trabalham com profissionalismo e responsabilidade no cuidado e tratamento diário dos seus pacientes”.
Francisco espera que o Dia Mundial do Doente possa ser cada vez mais um “incentivo” para a promoção de “uma cultura de respeito pela vida, pela saúde e pelo meio-ambiente”.
E que “leve a um esforço renovado na defesa da integridade e da dignidade das pessoas, sem esquecer a bioética, a proteção dos mais vulneráveis e da natureza”.
  
ORAÇÃO
Ó Maria, nossa Mãe,
que, em Cristo, acolheis a cada um de nós como filho,
sustentai a expectativa confiante do nosso coração,
socorrei-nos nas nossas enfermidades e tribulações,
guiai-nos para Cristo, vosso filho e nosso irmão,
e ajudai a confiarmo-nos ao Pai que faz maravilhas.

Leia AQUI a Mensagem do Papa.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Sopé da Montanha de Janeiro




Veja aqui

Mensagem para a Quaresma 2017 do Papa Francisco

A Palavra é um dom. O outro é um dom.
Amados irmãos e irmãs!
A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).
A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.
1. O outro é um dom
A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.
A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).
Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.
2. O pecado cega-nos
A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).
O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.
Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).
O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.
Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).
3. A Palavra é um dom
O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).
Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.
Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.
Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).
Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.
Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.
Vaticano, 18 de outubro de 2016,
Festa do Evangelista São Lucas
FRANCISCO

domingo, 5 de fevereiro de 2017

No centenário das Aparições, Família Diocesana peregrina até Fátima









Reuniu na tarde deste domingo o Arciprestado de Tarouca e Armamar.
Após um momento de oração, o Arcipreste transmitiu aos presentes as conclusões do encontro do último Conselho de Arciprestes, entrando depois num espaço de franco e aberto diálogo sobre temas pastorais.
Ressalta desta reunião:
1. O DIA DA FAMÍLIA DIOCESANA
No centenário das Aparições, o dia da Igreja Diocesana (o Dia da Diocese de Lamego a que pertencemos) acontecerá em 17 de junho.
- Cada paróquia organizará a sua participação na peregrinação, oferecendo a Diocese alguns meios logísticos como o guião da peregrinação.
- Nesse dia, rezar-se-á o terço na Capelinha das Aparições às 12h, seguido da Eucaristia presidida pelo nosso Bispo.
- Após o almoço, pelas 15.30h, terá lugar a Via Sacra até ao Calvário Húngaro.
- Deve ser um leigo a tratar da logística da peregrinação.
- Solicita-se a presença dinamizadora de todos os grupos paroquiais.
2. Falou-se do Centro de Estudos Fé e Cultura. Aqui, nesta Paróquia, já este assunto foi anunciado e explicado. O próximo nº do Sopé da Montanha voltará ao assunto.
3. Os presentes debateram demoradamente as questões levantadas por um inquérito para o Conselho de Presbíteros, ficando um  representante deste Arciprestado no referido Conselho incumbido de transmitir a nossa contribuição.
4. Falou-se do Dia Sacerdotal deste Arciprestado cuja temática havia sido acertada na última reunião, ficando o Arcipreste de combinar o dia com o orientador e de o transmitir aos sacerdotes.
5. A propósito das Festas Populares, foram referidas as portarias 407/74 e 299/216 de 29/11/2016 no que respeita a licenças para as festas junto da GNR. Os mordomos devem ter presente o teor destas portarias porque isso beneficia-os economicamente.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

5 Fevereiro 2017 – 5º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Leituras: aqui
1. «Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo»! Duas imagens, de alta definição, para ilustrar a identidade do cristão! «Vós sois o sal da terra»! Toda a gente sabe que o sal serve, sobretudo, para dar sabor à comida e para preservar os alimentos da corrupção. Dito assim, os discípulos de Jesus hão de contribuir para que as pessoas saboreiem a beleza de uma vida, cheia de alegria, sem cair na corrupção. «Vós sois a luz do mundo». Sem a luz do Sol, o mundo fica nas trevas! Não nos podemos orientar, nem desfrutar da vida, no meio da obscuridade. Os discípulos de Jesus devem refletir no mundo a luz de que este precisa, para nos orientarmos na justa direção e caminharmos na esperança. E é impressionante a amplitude da missão que Jesus confia a discípulos “cheios de fraqueza e de temor”: uma Terra inteira a salgar e o mundo todo a iluminar. Num caso, como noutro, Jesus sabe bem que basta um pequeno fósforo aceso na noite, para a muitos iluminar e que uma pitada de sal é bastante para dar a tudo um outro sabor.

2. Mas perguntemo-nos agora: que têm de comum estas duas belas imagens de alta definição do cristão? Procuremos individuar três semelhanças:
2.1. Para ser sal ou para ser luz, é preciso sair para fora de si e agir! Se permanecer isolado num recipiente, o sal não serve para nada! Só quando este entra em contacto com os alimentos e se dissolve na comida é que pode dar sabor aos alimentos. O mesmo sucede com a luz. Se permanecer encerrada e oculta, não pode iluminar ninguém! Ela cumpre a sua missão quando se projeta como a luz de um farol ao longe, que ilumina o caminho no meio da tempestade, ou como a luz de uma candeia, ao perto, que ilumina os pequenos espaços de escuridão nas nossas vidas (cf. AL 291). Conclusão muito simples e muito prática: um cristão isolado do mundo, a cheirar a naftalina, não pode ser nem sal nem ser luz. Portanto, o remédio é fugir de uma Igreja encerrada em si mesma, paralisada pelos seus medos e afastada dos problemas e sofrimentos humanos. Saiamos, por toda a parte (cf. EG 49), para dar sabor e curar a vida triste e ferida de tantas pessoas! Saiamos, iluminados pelo Evangelho, “para que nenhuma periferia fique privada da Sua luz” (cf. EG 288)!
2.2. Mas o sal e a luz têm outra coisa em comum: ambos são para os outros. O sal não se tempera a si mesmo e a luz não se ilumina a si própria. O sal aumenta à medida que se espalha! E uma luz que não se apega, também se apagará. Portanto, o desafio é claro: sê uma missão na tua terra (cf. EG 273); espalha, à tua volta, a partir do teu metro quadrado de vida, o sal do Evangelho, que preserva da corrupção. Mas não queiras conservar-te a ti mesmo! Ilumina, ao teu redor, com a luz do Evangelho, mas defende-te da tentação de te iluminares a ti próprio, sob o risco de te encandeares! Aprende da Lua em relação ao Sol: reflete a luz recebida!
2.3. Por último, gostaria de destacar outro ponto em comum: tanto o sal como a luz podem vir a perder a sua força! Como evitar então o cristão com cheiro a naftalina, insosso e apagadinho? É preciso estar sempre ligado, conectado ao Senhor, sobretudo pela oração, que nos ilumina o coração, e pelos sacramentos, que nos dão a saborear a bondade de Deus. Poderás fazer muitas obras, inclusive obras de misericórdia, poderás fazer muitas coisas grandes pela Igreja, mas se estás desligado da fonte, se estás desconectado do teu Senhor, depressa a energia que te move desaparecerá e ficarás, sem força e na escuridão. É precisamente esta comunhão com o Senhor, a verdadeira fonte de energia, que carrega a tua bateria, que dá força ao sal e vida à luz. Por isso, no fim, nos dizia o Senhor: «assim deve brilhar a vossa luz, para que vendo as vossas obras glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus». Por outras palavras, é preciso voltares sempre Àquele que te concede o sal e a luz! Quanto mais os receberes, mais os darás! E quanto mais os deres, mais os receberás! É assim o cristão de alta definição!
Amaro Gonçalo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Imagem de Santa Helena no Centro Paroquial: Custos e Receitas

Custos
* Imagem - 17.500€
* Floreiras e Focos: 841,43€
TOTAL: 18.341,43€

Financeamento
* Liga de Amigos de Santa Helena/2016: 14.077€ 
* Fábrica da Igreja:  4.264,43€ 
TOTAL18.341,43€
Observação: O trabalho para o alicerce da Imagem e colocação dos focos foi oferta da Câmara.

Fica, assim, claro que a Liga de Amigos NÃO cobriu o total das despesas com a Imagem. A Paróquia contribuiu - e de que maneira!

A Paróquia de S. Pedro de Tarouca agradece a cada pessoa, cada família, cada grupo a sua contribuição para a Imagem através da liga de Amigos de Santa Helena.
Agradecimento especial aos colaboradores paroquiais que angariaram amigos para a Liga de Amigos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Intenções de oração do Papa Francisco para o mês de fevereiro


A Santa Sé publicou as intenções de oração do Papa Francisco para fevereiro: todos os que vivem em provação.
A sua intenção universal para este mês é: “Por todos os que vivem em provação, sobretudo os pobres, os prófugos e os marginalizados, para que encontrem acolhimento e conforto nas nossas comunidades”.
 
ORAÇÃO
Deus, nosso Pai e Pai de todos.
Ao ler o Evangelho,
chama a nossa atenção a preferência de Jesus pelos mais pequenos,
pelos pobres, os doentes,
os que são postos à margem da sociedade.
Manifestou, mesmo no meio de incompreensões,
a proximidade da tua misericórdia,
curando, perdoando,
chamando cada um a fazer de novo parte da comunidade.
Nestes tempos em que tantos pobres,
marginalizados,
pessoas em busca de uma vida melhor batem às nossas portas,
passam nas nossas ruas,
pedimos que não tenhamos um coração endurecido e indiferente
às suas necessidades.
A comunidade cristã é o primeiro lugar do acolhimento.
Dá-nos, Senhor, a graça e a coragem de acolher a todos, como Jesus.
DESAFIOS PARA ESTE MÊS:
– Num tempo em que se vivem tantos receios e resistências ao acolhimento dos refugiados no nosso país, procurar ganhar distância da propaganda que exclui e ganhar maior consciência dos dramas humanos que estão por detrás destas migrações forçadas.
-  Acolher ou colaborar com instituições que acolhem refugiados ou trabalham com os marginalizados da sociedade. 
– Ao cruzar-se com algum pobre e marginalizado na rua, não o evitar nem desviar o olhar, mas ser capaz de ver nele um filho de Deus e um irmão.

Paróquia: ENCONTRO PARA OS PAIS

Foto de Centro Paroquial Santa Helena.
No Salão do Centro Paroquial de Tarouca, terá lugar um Encontro de Pais no dia 12 de fevereiro, pelas 15h.
Uma equipa, saída do Conselho Pastoral Paroquial, está a preparar este Encontro de Pais.
A quem se destina?...

- A todos os pais que têm filhos na catequese
- A todos os pais desta Paróquia.
É um Encontro muito importante para si que é pai, que é mãe!
Ponha na agenda.
Não será muito demorado, promete a Equipa Organizadora.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Encontro de Janeiras Vale Varosa - 2017

Saudamos a presença do Grupo de Jovens da Paróquia de Tarouca, "Arautos da Alegria",  
neste Encontro de Janeiras, que se realizou em 28 de janeiro no Auditório Municipal.

domingo, 29 de janeiro de 2017

O DIA DA BÍBLIA NA PARÓQUIA



No Plano Pastoral, janeiro e fevereiro são dedicados à Bíblia, com o slogan A BIBLIA É LUZ, É CAMINHO PARA JESUS”.
A Bíblia ajuda as pessoas a conhecer melhor Jesus e a relacionar a vida com a sua mensagem.
Aliás Jesus proclamou bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam, porque a Palavra de Deus é a Luz dos nossos passos.
Somos convidados a descobrir a beleza da Palavra de Deus, a deixarmo-nos atrair por ela, a fazer o propósito de ler e meditar a Bíblia na vida do dia-a-dia.
Que atenção tem dado cada um de nós e as nossas famílias à Bíblia? Costumamos ler a Bíblia em nossa casa?
A Bíblia é Deus na Sua Palavra!
 
Em todas as Eucaristias celebradas neste fim-de-semana na Paróquia de S. Pedro de Tarouca, foi dado um destaque especial à Bíblia, envolvendo bastante gente e a comunidade como tal.
Nas Eucaristias celebradas na Igreja Paroquial, o 10º ano de catequese, com seus catequistas, desempenhou - e muito bem - um papel fundamental. Nas Missas celebradas em capelas, foram várias as pessoas que deram a sua colaboração serena e empenhada.
- Monições viradas para a Palavra de Deus
- Leitura dialogada do Evangelho em que a comunidade também participou com a ajuda do projetor (Igreja)
- Na homilia, além da intervenção do celebrante, foram recitadas  pelos leitores frases (quase todas bíblicas) sobre a Bíblia, Palavra de Deus. Em cada frase a assembleia repetia o slogan "A Palavra de Deus é luz, á caminho para Jesus". Entretanto, íamos entoando, de 5 em 5 frases, um canto de louvar a Deus- Palavra.  Enquanto isso, jovens iam levando devagarinho pela Igreja abaixo a Bíblia, acompanha com uma vela e um cartaz (Igreja) ou então pessoas ergueram a Bíblia para o povo, segurando igualmente uma vela (capelas).
- Na Oração da Paz, recordando e interiorizando a Palavra de Jesus "deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz", a assembleia deu as mãos e rezou com o sacerdote. Paz que se implora ao Deus da paz, paz que se recebe e se transmite.
- No momento da Ação de Graças, rezamos:
 TUA PALAVRA, SENHOR:
Quero agradecer
Quero louvar e bendizer
Quero celebrar
Quero acolher
Quero partilhar com meus irmãos
Quero anunciar
- No fim de cada Eucaristia, houve um momento de diálogo entre sacerdote e comunidade sobre a Bíblia. Boa participação das pessoas.
 
DESAFIOS:
- Deus continua a falar. HOJE. Nas trevas, nevoeiros, tempestades, ELE está lá, a responder-nos. Basta abrir a Bíblia e acolher.
- Partilhar a Palavra Bíblica em família. É a melhor oração. Isto foi sublinhado através de um testemunho.
- Como o Evangelista do ano é S. Mateus, ler cada dia um trecho deste Evangelho.
- A bíblia é o único livro que você lê cujo autor está presente na hora da leitura. A Bíblia é Deus na Sua Palavra!
- Temos um catolicismo que se preocupa muito com imagens, procissões e tradições, mas é bastante indiferente à Palavra de Deus. Um catolicismo órfão da Palavra de Deus!
É urgente alterar a situação, recentrando-nos na Bíblia. É fundamental.
- A bíblia é uma grande carta de amor que Deus nos envia. Vamos deixá-la fechada???